Tapas Club
Novembro 26, 2008
O Tapas é uma balada modernete na Augusta, fui embora meia noite e meia, ou seja, ainda tinha pouca gente por lá, mas deu pra ver como era o banheiro. Um desastre.
Tudo bem, se você pensar que estava na Augusta o banheiro tava ok, mas depois de pagar 10 pratas pra entrar, e mais 10 por uma tequila, você exige um banheiro mais que ok. E o banheiro deixou bastante a desejar.
Cheguei mega cedo para acompanhar meu amigo, 20h40 estava eu na balada, e lá pelas 21h – quando havia eu, e as garçonetes de meninas no lugar, fui usar o banheiro. Uma calamidade. Não tinha papel higiênico, o chão estava molhado, a tábua da privada estava solta, então nem que fosse limpa daria pra sentar, e o lixo já estava cheio. A descraga funcionava [AÊ] e a pia também. Tinha sabonete e papel pra secar a mão, então, como é tudo junto e misturado, dava pra substituir o papel higiênico.
O lugar tem duas cabines femininas e uma masculina, enquanto estava na fila, a moça da minha frente falou:
Acho que deveria ter uns vinte banheiros.
E ela tem razão. Ok, vinte é um pouco demais, mas o espaço é grande, ou seja abriga uma galera, tem dois andares, então não é problema gastar uma área de pista com umas privadinhas extras, certo? Ah, e fugindo à tendência de banheiros no andar superior, no Tapas eles ficam no andar debaixo.
Outra coisa: o lugar é todo estilosinho, com papel de parede lindão, e o banheiro é essa várzea. Pôxa, custava ter uma louça um pouquinho mais bonita?
- Pelo menos pede pra não jogar papel na privada, né?
- Chão molhado de Deus sabe o que!
O Tapas Club fica na Augusta 1246.
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Novembro 26, 2008
A avenida Paulista tem poucos banheiros bons, um deles, é o da Livraria Cultura gigante do Conjunto Nacional.
Quatro cabines todas completamente separadas umas das outras, todas bem espaçosas – não o suficiente para tirar foto da parte de dentro – mas, não tem cabidinho pra bolsa. O chão é limpo, então você não fica com tanto asco de deixar as coisas no chão por breves instantes.
A pia também é limpinha. Mas notei uma coisa que normalmente não perceberia. Quando entrei no banheiro, havia uma garota de, sei lá, 5 anos, tentando pegar o sabonete, mas ela não alcançava de jeito nenhum. Fui lá e apertei o botão pra ela. Quer dizer, o banheiro pode ser ótêmo, mas não foi feito pra crianças. Em botecos tudo bem não pensarem nesse mini público, mas pôxa, aquela senhora livraria, com um sofá muito louco de dragão não podia ter feito uma das quatro pias do banheiro um pouco mais baixinhas?
Aí vão duas fotos que eu tirei do lugar. Estão meio zoadas por que tinha uma mulher em uma das cabines e, bom, eu ia ficar com uma certa vergonha de ser pega tirando fotos do banheiro! Com o tempo me acostumo com a idéia e as imagens ficam melhores.
Para nós, seres com estatura maior que 1,10m, o banheiro da Cultura é ótimo. A livraria fica no Conjunto Nacional, no número 2073 da Avenida Paulista, do lado da estação Consolação do metrô.
Festival Planeta Terra
Novembro 11, 2008
A gente tá que tá com esses festivais, hein?
Não tive o prazer de ir no Tim Festival, muito menos de conhecer o tal banheiro químico limpinho deles.
Mas fui ao Planeta Terra. Apesar de os shows terem sido ótimos, o banheiro… Ah, o banheiro… Ele era exatamente igual do ano passado. Pôxa Terra, em um ano vocês não aprenderam nada? Tudo bem que a idéia de colocar aqueles matinhos no chão pra amenizar o odor é ótima… mas, nenhuma evoluçãozinha? Ainda mais sendo logo depois de um outro festival com o mesmo público, não rolou uma espionagem industrial banheiral não?
As cabines eram diferentes entre si – claro que eu fui em mais de uma… pesquisa de campo né gente – algumas eram as basiconas, um buraco e seja o que Deus quiser. Um outro modelo tinha uma descarguinha: o vaso era fechado e quando você apertava o botão com o pé direito, o fundo abria e adeus conteúdo. E tinha ainda um outro, uma cabininha perdida entre milhares que tinha a salvação: Álcool em gel! Um dispenser de sabonete na parede, do lado da porta, com álcool em gel! Depois que encontrei esse oásis do banheiro químico só fui lá. Pena que era meio difícil explicar para as outras amigas onde ela estava no meio das cabines tradicionais.
Festival Privada
Novembro 4, 2008
Salve, privadeiros! Quem escreve é o Barone, contribuidor masculino atual deste blog. Para o primeiro post, escolhi uma experiência recente: o TIM Festival 2008.
Fui ao show do Gogol Bordello, na sexta-feira. Como o evento aconteceu em uma arena improvisada, tudo foi montado em cima de um pátio do parque do Ibirapuera. É isso mesmo que você está pensando: banheiros químicos.
Banheiros químicos costumam ser um pesadelo nesses shows, pois após uns 30 minutos o ambiente costuma ficar insuportável (reduza o tempo pela metade se bater sol naquela caixa de plástico). Porém, quando fui até o espaço dos banheiros me surpreendi: tudo muito organizado, com uma pia gigantesca e até mesmo um lugar para sentar e descansar um pouco. Cada “box” tinha um espaço respeitável de distância do próximo e, ao lado das torneiras, produtos de higiene do patrocinador estavam à disposição, com pelo menos 4 tipos diferentes de sabonete líquido (deve ter feito sucesso no banheiro feminino). Dentro da privada móvel, apesar do show principal já ter acabado, tudo estava surpreendemente limpo. Esse fato não sei se atribuo ao público ou à equipe de limpeza, mas estava muito bem organizado.
Dos shows que fui, este foi, sem dúvida, o melhor banheiro. Apesar de não ser fixo e não beneficiar mais ninguém, merecia nota.








