Gráfico de banheiro

Novembro 6, 2009

Faz tempo que não falo por aqui dos banheiros que andei conhecendo por aqui. Eu sei, estou em dívida com vocês, caros leitores, e peço desculpas.

Hoje estava eu lendo meus feeds quando me deparo com uma imagem do GraphJam que tem tudo a ver aqui com o Público Privada, então, aqui estou eu dividindo-a com vocês:

Onde vocês pode mijar vs. Idade

Segundo isso, esse blog é voltado para jovens e a jovens da 3ª idade. Divirtam-se.

Outro dia fui ao Shopping Iguatemi. Odeio aquele Shopping, me sinto totalmente deslocada lá, só fui por que estava por perto, tinha meia hora pra matar, então fui lá. Como em todos os lugares que eu vou, no Iguatemi não poderia ser diferente: Precisava ir ao banheiro.
Quando percebi que precisava ir, estava andando em direção à saída, olhando em volta para ver se encontrava alguma plaquinha, como eu vi do banheiro masculino, indicando como proceder para aliviar a… tensão, das mulheres. Não encontrei, então resolvi perguntar a um dos seguranças, que me olhou de cima abaixo, claro. Ele respondeu: Você vira aqui, vai até o fim do corredor à direita. E lá fui eu até o fim do corredor a direita. Lá, havia uma loja com cara de indiana, pensei “Acho que as pessoas compram roupas, não fazem suas necessidades aqui”. Encontrei então outro segurança que falou pra eu subir aqui, virar ali, andar até lá e chegar não sei onde. Fingi que entendi as coordenadas e lá fui eu, me deparei com a praça de alimentação. Oi? Pessoas ricas misturam a comida antes e depois de come-la?
Como não sou rica e prefiro privacidade fui atravessando a praça de alimentação em busca de novas plaquinhas, e lá estava ela! Então, você desce aqui, desce ali, se enfia nos porões do shopping e… meu deus! Um banheiro!
Agora, vamos contar como era o banheiro, afinal, é essa a função desse blog!

A porta branca de maçaneta dourada nos leva a um lugar repleto de pias, todas de mármore marrom [eu falo que tem cara de carne, mas ninguém me leva a sério] e ganchinhos pras madames pendurarem suas bolsas, sem molhá-las enquanto lavam as mãos. Mas e os reservados? Atrás de uma porta de folha dupla que vai e volta [tipo Faroeste, mas mais glamour] vemos uma série de cabines, e também sentimos um odor que não deveria ser sentido em ambiente tão luxuoso. Ignorei o aroma e entrei numa das cabines, e o que vejo lá? Eu mesma! É em cima da privada tem um espelho em forma de losango, você pode ver sua cara de alívio ao final do processo, se recompor antes mesmo de sair da cabine! Glamour. Há também ganchinhos para as Pradas e Louis Vittons esperarem sua dona resolverem suas pendências.
A privada não dá descarga nem se limpa sozinha, não há nada de fantástico nem extraordinário. Só os detalhes em dourado e só.
Mas também, o que mais um banheiro precisa? Papel higiênico Check. Papel pra secar a mão Check. Ah! Aliás, aí encontrei outro problema: o lixo para jogar o papel de mão fica logo abaixo de onde você puxa o papel. Então, quando você lava as mãos, vai enxuga-las, e opa, esbarrei num papel no lixo. Não é bonito, não é agradável, precisa ser repensado.
E de maneira geral, o lugar parecia limpo, então, do que mais a gente precisa, não é mesmo?

Corleonne

Dezembro 17, 2008

O Corleonne é um barzinho bem legal e bem-acabado, com música ao vivo e tudo mais. Num lugar fácil de chegar, tem um bar com uma porrada de opções e até comidinhas (que não cheguei a provar). A música ambiente é boa, mais puxado pros oitentistas, mas no geral bem variada. Vale uma visita!

O banheiro tem aquele inconveniente para os bêbados de ser no segundo andar… dá-lhe escada grande para garantir uns tropeços bonitos! Dentro do sanitário masculino, um mictório de metal daqueles que estamos mais que acostumados ocupa a maior parte do espaço. Pias decentes, sabonete líquido e espelho completam o “ambiente”. No reservado, que é quase do mesmo tamanho que o resto do banheiro, uma privada inapropriada para sentar te espera (ei, todos nós sabemos que os caras NÃO vão levantar a tampa, ainda mais bêbados…), então é melhor esquecer o número 2.

No geral, é bom, mas cuidado na hora de descer de volta para a mesa!

O Corleonne fica na Rua Professor Athilio Inocente, 534 (Divisa do Itaim com a Vila Olímpia). Para saber mais sobre o lugar, acesse http://www.corleonne.com.br/ – ATENÇÃO! O site tem uma rádio tosca e o player não funciona, então não dá pra parar a música.

Charme da Paulista

Novembro 26, 2008

Quem conhece esse boteco de esquina da Avenida Paulista sabe que ele não tem charme algum, porém, vive lotado e aos domingos à tarde, é praticamente impossível arranjar uma mesa.
Meus amigos apelidaram carinhosamente o boteco de Bundinha, eu nunca tinha entendido, até finalmente usar o banheiro do lugar.
Nos banheiros têm duas imagens: de uma bunda feminina, e de uma bunda masculina, cada uma em sua respectiva porta.

É uma coisa fantástica, não posso dizer que é bonita. Não, de forma alguma, mas, é um ícone, não dá pra esquecer aquela visão… peculiar.
Peculiar é também o banheiro. Atrás da porta de calcinha amarela há uma pia e à esquera, uma porta. Dentro da porta, em meio metro quadrado, uma privada, às vezes um rolo de papel higiênico e um lixo. Pra entrar é uma manobra. Não sente. Aconteça o que acontecer, não se sente!
O banheiro é um dos mais desastrosos que eu já vi.

Não me pergunte por que gosto de ir no Bundinha, é uma daquelas coisas que não têm explicação… De repente é esse o Charme do lugar, depois que você vai uma vez, não abandona mais.
Mas sério, se possível, abandonem o banheiro. Nem tanto pelas bundas, mas sim pelo que há dentro delas. Ui.

O Charme da Paulista fica na Avenida Paulista, 1499 do lado do Parque Trianon, ou seja, perto da estação Trianon-Masp

Tapas Club

Novembro 26, 2008

O Tapas é uma balada modernete na Augusta, fui embora meia noite e meia, ou seja, ainda tinha pouca gente por lá, mas deu pra ver como era o banheiro. Um desastre.
Tudo bem, se você pensar que estava na Augusta o banheiro tava ok, mas depois de pagar 10 pratas pra entrar, e mais 10 por uma tequila, você exige um banheiro mais que ok. E o banheiro deixou bastante a desejar.

Cheguei mega cedo para acompanhar meu amigo, 20h40 estava eu na balada, e lá pelas 21h – quando havia eu, e as garçonetes de meninas no lugar, fui usar o banheiro. Uma calamidade. Não tinha papel higiênico, o chão estava molhado, a tábua da privada estava solta, então nem que fosse limpa daria pra sentar, e o lixo já estava cheio. A descraga funcionava [AÊ] e a pia também. Tinha sabonete e papel pra secar a mão, então, como é tudo junto e misturado, dava pra substituir o papel higiênico.

O lugar tem duas cabines femininas e uma masculina, enquanto estava na fila, a moça da minha frente falou:

Acho que deveria ter uns vinte banheiros.

E ela tem razão. Ok, vinte é um pouco demais, mas o espaço é grande, ou seja abriga uma galera, tem dois andares, então não é problema gastar uma área de pista com umas privadinhas extras, certo? Ah, e fugindo à tendência de banheiros no andar superior, no Tapas eles ficam no andar debaixo.

Outra coisa: o lugar é todo estilosinho, com papel de parede lindão, e o banheiro é essa várzea. Pôxa, custava ter uma louça um pouquinho mais bonita?

O Tapas Club fica na Augusta 1246.

A avenida Paulista tem poucos banheiros bons, um deles, é o da Livraria Cultura gigante do Conjunto Nacional.
Quatro cabines todas completamente separadas umas das outras, todas bem espaçosas – não o suficiente para tirar foto da parte de dentro – mas, não tem cabidinho pra bolsa. O chão é limpo, então você não fica com tanto asco de deixar as coisas no chão por breves instantes.
A pia também é limpinha. Mas notei uma coisa que normalmente não perceberia. Quando entrei no banheiro, havia uma garota de, sei lá, 5 anos, tentando pegar o sabonete, mas ela não alcançava de jeito nenhum. Fui lá e apertei o botão pra ela. Quer dizer, o banheiro pode ser ótêmo, mas não foi feito pra crianças. Em botecos tudo bem não pensarem nesse mini público, mas pôxa, aquela senhora livraria, com um sofá muito louco de dragão não podia ter feito uma das quatro pias do banheiro um pouco mais baixinhas?
Aí vão duas fotos que eu tirei do lugar. Estão meio zoadas por que tinha uma mulher em uma das cabines e, bom, eu ia ficar com uma certa vergonha de ser pega tirando fotos do banheiro! Com o tempo me acostumo com a idéia e as imagens ficam melhores.

Para nós, seres com estatura maior que 1,10m, o banheiro da Cultura é ótimo. A livraria fica no Conjunto Nacional, no número 2073 da Avenida Paulista, do lado da estação Consolação do metrô.

Festival Planeta Terra

Novembro 11, 2008

A gente tá que tá com esses festivais, hein?
Não tive o prazer de ir no Tim Festival, muito menos de conhecer o tal banheiro químico limpinho deles.
Mas fui ao Planeta Terra. Apesar de os shows terem sido ótimos, o banheiro… Ah, o banheiro… Ele era exatamente igual do ano passado. Pôxa Terra, em um ano vocês não aprenderam nada? Tudo bem que a idéia de colocar aqueles matinhos no chão pra amenizar o odor é ótima… mas, nenhuma evoluçãozinha? Ainda mais sendo logo depois de um outro festival com o mesmo público, não rolou uma espionagem industrial banheiral não?

As cabines eram diferentes entre si – claro que eu fui em mais de uma… pesquisa de campo né gente – algumas eram as basiconas, um buraco e seja o que Deus quiser. Um outro modelo tinha uma descarguinha: o vaso era fechado e quando você apertava o botão com o pé direito, o fundo abria e adeus conteúdo. E tinha ainda um outro, uma cabininha perdida entre milhares que tinha a salvação: Álcool em gel! Um dispenser de sabonete na parede, do lado da porta, com álcool em gel! Depois que encontrei esse oásis do banheiro químico só fui lá. Pena que era meio difícil explicar para as outras amigas onde ela estava no meio das cabines tradicionais.

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Os banheiros químicos do Festival Planeta Terra, e seu chão com matinhos

Festival Privada

Novembro 4, 2008

Salve, privadeiros! Quem escreve é o Barone, contribuidor masculino atual deste blog. Para o primeiro post, escolhi uma experiência recente: o TIM Festival 2008.

Fui ao show do Gogol Bordello, na sexta-feira. Como o evento aconteceu em uma arena improvisada, tudo foi montado em cima de um pátio do parque do Ibirapuera. É isso mesmo que você está pensando: banheiros químicos.

Banheiros químicos costumam ser um pesadelo nesses shows, pois após uns 30 minutos o ambiente costuma ficar insuportável (reduza o tempo pela metade se bater sol naquela caixa de plástico). Porém, quando fui até o espaço dos banheiros me surpreendi: tudo muito organizado, com uma pia gigantesca e até mesmo um lugar para sentar e descansar um pouco. Cada “box” tinha um espaço respeitável de distância do próximo e, ao lado das torneiras, produtos de higiene do patrocinador estavam à disposição, com pelo menos 4 tipos diferentes de sabonete líquido (deve ter feito sucesso no banheiro feminino). Dentro da privada móvel, apesar do show principal já ter acabado, tudo estava surpreendemente limpo. Esse fato não sei se atribuo ao público ou à equipe de limpeza, mas estava muito bem organizado.

Dos shows que fui, este foi, sem dúvida, o melhor banheiro. Apesar de não ser fixo e não beneficiar mais ninguém, merecia nota.

Trianon Lanches

Novembro 4, 2008

Ontem, depois de ir ao Píer Paulista, fui acompanhar uma nova-amiga a um ponto de ônibus na Brigadeiro, no caminho nós duas precisavamos urgentemente ir ao banheiro, então lá fomos nós em um novo lugar, para gerar material aqui pro Público Privada.
Fomos no Trianon Lanches – sim, chama Trianon e fica na Brigadeiro, vai entender – o banheiro fica no segundo andar também, aliás, acho que é tendência ter banheiro no segundo andar, mas enfim! O banheiro estava limpinho. O lixo vazio indicava que eu devia ser uma das primeiras freqüentadoras do dia, ou a limpeza era feita com uma boa freqüencia. Nesse caso, FAIL pra tia da limpeza: não tinha papel higiênico! A sorte é que não era esquema cabininha, era pia e privada tudo junto, então rolou um improviso.
Pois é, o Trianon Lanches pecou num único detalhe, mas um importante detalhe, sem papel higiênico, não dá!

O Trianon fica na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 2192, perto do Metrô Brigadeiro, claro.

Athenas

Novembro 2, 2008

Diferente dos outros bares que eu fui nesse fim de semana, o Athenas é novo no itinerário. Ele, em geral, é bem mais limpo que os outros, mas estou aqui pra falar especificamente do banheiro.
Não usei o banheiro do dito cujo! Mas lavei minha mão, então aproveitei pra esticar o olho lá pra dentro. Não é cabine, é uma porta pra menina, uma porta pra menino, fechada de cima abaixo, e me pareceu bem limpo, branquinho, higiênico. Uma perfeição. Fora o cheirinho de limpeza que tinha no ar. Mas sei lá, não experimentei, então não vou dar nota. Vou deixar por conta de vocês. Se alguém passar pelo Athenas e visitar o banheiro, comenta aí. Ele fica na Augusta, 1449, perto do Metrô Consolação.

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